A Primavera é a estação do ano que se segue ao Inverno e precede o Verão. É tipicamente associada ao reflorescimento da flora e da fauna terrestres.
A Primavera do hemisfério norte é chamada de "Primavera boreal", e a do hemisfério sul é chamada de "Primavera austral". A "Primavera boreal" tem início, no Hemisfério Norte, a 20 de Março e termina a 21 de Junho. A "Primavera austral" tem início, no Hemisfério Sul, a 23 de Setembro e termina a 21 de Dezembro.
Do ponto de vista da Astronomia, a primavera do hemisfério sul inicia-se no equinócio de Setembro e termina no solstício de Dezembro, no caso do hemisfério norte inicia-se no equinócio de Março e termina no solstício de Junho.
Como se constata, no dia do equinócio o dia e a noite têm a mesma duração. A cada dia que passa, o dia aumenta e a noite vai encurtando um pouco, aumentando, assim, a insolação do hemisfério respectivo.
Estas divisões das estações por equinócios e solstícios poderão ser fonte de equívocos, mas deve-se levar em conta a influência dos oceanos na temperatura média das estações. Na Primavera do hemisfério sul, os oceanos meridionais ainda estão frios e vão aos poucos aquecendo, fazendo a Primavera ter temperaturas amenas ao longo da estação.
Existe várias flores na primavera, por exemplo: Margarida, Pingo de Leite, Rosa e Girassol, entre outras.
ALGUMAS FLORES DA PRIMAVERA
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Alamanda
Nativa do Brasil, esta trepadeira se desenvolve em quase todo o País (exceto em regiões frias). Tem de ser plantada sob sol pleno e seus ramos devem ser conduzidos com amarrilhos, de modo que ela se apóie em treliças, cercas ou pergolados. Suas flores são tóxicas - por isso, tenha cuidado para que crianças e cães não as comam. |
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Azulzinha
Floresce quase o ano todo e não ultrapassa 30 cm de altura. As mudas podem ser retiradas das plantas mais velhas. Vai bem no sol ou à meia-sombra e não tolera temperaturas muito baixas. Mais aplicada no solo, como forração, mas também usada como pendente em vasos e jardineiras. |
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Camarão-amarelo Sua flores brancas e pequenas aparecem na primavera e no verão. Não tolera temperaturas muito baixas, vive bem no sol ou à meia-sombra, e as suas mudas devem ser cortadas no final do florescimento. Pode ser cultivada em vaso ou junto a muros e paredes. |
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Clívia
Com folhagem ornamental de flores alaranjadas, pode atingir até 40 cm de altura. Cultivada em vasos úmidos ou em canteiros, é adequada para locais de meia sombra. Em jardineira, deve ficar exposta ao sol da manhã. |
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Gazânia
No fim da primavera e no verão despontam as flores brancas, vermelhas, amarelas e alaranjadas das gazânias. Com até 20 cm de altura, elas formam belos canteiros sob sol pleno, de preferência em regiões frias. Para ficarem sempre vistosas, convém substituir os exemplares por novas mudinhas a cada dois anos. |
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Gérbera
Com flores de cores variadas, medem em torno de 30 e 40 cm de altura. É cultivada em canteiros ou estufas. A multiplicação acontece por mudas ou sementes. Floresce entre a primavera e o verão. |
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Hibisco
Existem hibiscos de diversos tamanhos, em tons de rosa, amarelo, vermelho e creme. Tropicais, devem ser cultivados apenas em regiões quentes (onde não ocorrem geadas) e florescem o ano todo. Podem chegar aos 5 metros de altura e, por isso, são bastante cultivados junto a muros. Precisam de sol a maior parte do dia. |
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Ipoméia
Trepadeira de flores vermelho-bordô, mantém as folhas durante todo o ano, exceto em clima frio. Florescem de setembro a fevereiro, mesma época em que surgem as gardênias. Depois de bem enraizada, é ideal para revestir grades, treliças e cercas. |
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Jasmim-estrela Por comportar-se como trepadeira, este jasmim pode ser cultivado aos pés de arcos e treliças. Plantado em vasos ou diretamente no jardim, precisa de pelo menos cinco horas diárias de sol. Suas flores despontam na primavera e no verão, espalhando um delicioso perfume pelo jardim. Não tolera geadas. |
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Lágrima-de-cristo A farta florada da lágrima-de-cristo estende-se da primavera ao final do verão. Muito ramificada, esta trepadeira permanece vistosa o ano todo, exibindo suas folhas verde-escuras marcadas por nervuras acentuadas. Como a maioria das floríferas, deve receber sol no mínimo durante a metade do dia. |
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Manacá-da-serra As flores desta árvore surgem no final da primavera e mantêm-se no verão. O que mais atrai nos manacás é a peculiar inflorescência mutável, que desabrocha branca, passa a rosa e logo se torna roxo-escura. Por isso, a copa abriga simultaneamente flores de ambas as cores. É comum vê-las em matas úmidas, do Rio de Janeiro a Santa Catarina. Diferentemente das do manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora), as suas flores não têm perfume |
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Margaridinha Em regiões quentes ou frias do Brasil, a margaridinha forma belos canteiros e caminhos de flores. Deve ser cultivada em solo rico em matéria-orgânica, com boa drenagem e constantemente umedecido. Suas flores amarelas, abundantes, surgem na primavera e permanecem vistosas durante todo o verão |
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Ixora-coral
Na primavera e verão, as flores deste arbusto são um prato cheio para borboletas, pássaros em geral e beija-flores (grandes apreciadores de seu néctar). Recebendo pelo menos cinco horas diárias de sol, as ixoras podem ser cultivadas em vasos ou jardins. Exigentes em relação às regas, sofrem com a falta d'água. Não suportam geadas. |
Fontes: Site Wikipedia
Época on Line - edição nº 332
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