Etiqueta

Aqui você vai ver como pode ser importante saber de alguns detalhes convencionados pela sociedade como boas maneiras de comportar-se, de receber e de muitas circunstâncias diferentes.

Pode não parecer, mas essa é uma diferença que pode fazer toda a diferença. Confira algumas dicas.

Solidariedade é sinônimo de educação

Apesar dos governantes procurarem melhorar a qualidade de nossas vidas, procurando preservar algumas preferências aos idosos, grávidas e deficientes, ainda vai demorar a chegar o dia que todos teremos nossos direitos respeitados.

Porém, se cada um de nós tomar para si uma pequena tarefa na comunidade, as dificuldades podem se tornar mais amenas, o desconforto pode ser diminuído e a vida mais agradável para todos.

Ser solidário também é ser elegante. Na maioria das vezes, custa pouco, vale a pena e faz um bem danado. Não é necessário que bancos tenham cores diferentes para que nós deixemos esses lugares para idosos, grávidas, deficientes ou pessoas com qualquer dificuldade, num transporte coletivo ou em situação que o valha. Então:

– Não espere que os mais jovens, homens ou qualquer outra pessoa reaja diante dessas situações: tome para si a responsabilidade de ser educada e ceda o seu lugar;

– Cumprimentar e agradecer aqueles que nos prestam serviços, ainda que sejam pagos para isso, só nós fará bem e pode significar uma recompensa a quem tem um trabalho estressante;

– esteja sempre preparada para pagar por suas compras ou serviços, assim você evita filas e desconfortos;

– fale em voz baixa em ambientes coletivos; os outros também têm direito de conversar e não precisam tomar conhecimento dos seus assuntos;

– zele pela conservação e pela limpeza do que é público e que a serve também.

Se você é visita

Não custa levar um pequeno presente na primeira vez que for à casa de uma pessoa ou de um casal. Pode ser uma caixa de biscoitos ou de chocolates, uma garrafa de vinho ou outra lembrança impessoal e pouco comprometedora.

Quando um amigo muda de casa tam é vale a mesma regra e, nesse caso, é muito mais fácil presentear, porque conhecemos seu gosto. Pense em algo que possa ser usado na nova casa.

(Etiqueta e Elegância, de Célia Leão – Manequim, edição 490 )

Participação de casamento

Hoje é muito comum casar-se apenas no civil, e preparar um pequeno jantar para os mais íntimos, deixando para depois a tarefa de avisar os demais.

Como e quando fazer a participação do casamento?

Essa é uma boa pergunta. Primeiro, você deve cuidar dos convites impressos para o jantar com uma certa antecedência.

Passadas as cerimônias e a viagem de núpcias, comece a distribuir as participações, em cartões impressos com um texto mais ou menos assim: “Noiva e Noivo participam a união celebrada no dia tal e oferecem sua nova residência à Rua X, nº Y, bairro e telefone”.

Cumprimento de mão

Deve-se tomar a iniciativa de cumprimentar alguém que se conhece há pouquíssimo tempo?

Cumprimentar é um ato atemporal: não importante se você conhece a pessoa há 15 minutos ou há 15 anos. Se você foi a primeira a avistá-la, cumprimente sem receio de parecer intrometida.

Quanto a dar a mão, essa é uma iniciativa que deve partir dos homens. Aguarde e, sendo o caso, retribua.

(Adaptação do artigo Etiqueta e Elegância, de Célia Leão, publicado na edição 490 de Manequim)