Primavera, o charme das flores está chegando.

A principal causa das estações do ano está na inclinação do eixo de rotação da Terra. Esse eixo de rotação é a linha imaginaria que une o polo Norte ao polo Sul. Sua inclinação faz com que, em certas épocas do ano, um hemisfério receba a luz do Sol mais diretamente que o outro.

Quando a luz solar incide com a mesma intensidade no hemisfério norte e no hemisfério sul, ocorre o fenômeno denominado equinócio, que marca o início da Primavera num hemisfério ou do Outono noutro.

Equinócio significa “noites iguais”, ou seja, quando o dia e a noite têm a mesma duração – 12 horas. Ele ocorre nos meses de março e setembro, definindo a mudança de estação. Em março, o equinócio marca o início da Primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso.

 

No Brasil (hemisfério sul), a Primavera é chamada de “Primavera austral”, e neste ano de 2017 terá início às 17h02 do dia 22 de setembroJá no hemisfério norte é chamada de “Primavera boreal” e só começará no dia 22 de março.

Do ponto de vista da Astronomia, a Primavera no hemisfério sul inicia-se no equinócio de setembro, quando o Sol atinge com maior intensidade as regiões próximas à linha do Equador. Por essa razão, as temperaturas são mais amenas. Nessa época também, como já dito, o dia e a noite têm a mesma duração. Aos poucos os dias vão aumentando e as noites encurtando, até que chegue o Verão.

A Primavera é uma das mais bonitas estações do ano. Sua principal característica está no desabrochar das flores. 

Aproveitando o tema, Mulher de Classe oferece algumas informações sobre flores da Primavera.

Alamanda 
Nativa do Brasil, esta trepadeira se desenvolve em quase todo o País (exceto em regiões frias). Tem de ser plantada sob sol pleno e seus ramos devem ser conduzidos com amarrilhos, de modo que ela se apoie em treliças, cercas ou pergolados. Suas flores são tóxicas – por isso, tenha cuidado para que crianças e cães não as comam.

 

Azulzinha 
Floresce quase o ano todo e não ultrapassa 30 cm de altura. As mudas podem ser retiradas das plantas mais velhas. Vai bem no sol ou à meia-sombra e não tolera temperaturas muito baixas. Mais aplicada no solo, como forração, mas também usada como pendente em vasos e jardineiras.

 

Camarão-amarelo 
Sua flores brancas e pequenas aparecem na primavera e no verão. Não tolera temperaturas muito baixas, vive bem no sol ou à meia-sombra, e as suas mudas devem ser cortadas no final do florescimento. Pode ser cultivada em vaso ou junto a muros e paredes.

 

Clívia 
Com folhagem ornamental de flores alaranjadas, pode atingir até 40 cm de altura. Cultivada em vasos úmidos ou em canteiros, é adequada para locais de meia sombra. Em jardineira, deve ficar exposta ao sol da manhã.

 

 

Gazânia 
No fim da primavera e no verão despontam as flores brancas, vermelhas, amarelas e alaranjadas das gazânias. Com até 20 cm de altura, elas formam belos canteiros sob sol pleno, de preferência em regiões frias. Para ficarem sempre vistosas, convém substituir os exemplares por novas mudinhas a cada dois anos.

 

Gérbera 
Com flores de cores variadas, medem em torno de 30 e 40 cm de altura. É cultivada em canteiros ou estufas. A multiplicação acontece por mudas ou sementes. Floresce entre a primavera e o verão.

 

 

Hibisco 
Existem hibiscos de diversos tamanhos, em tons de rosa, amarelo, vermelho e creme. Tropicais, devem ser cultivados apenas em regiões quentes (onde não ocorrem geadas) e florescem o ano todo. Podem chegar aos 5 metros de altura e, por isso, são bastante cultivados junto a muros. Precisam de sol a maior parte do dia.

 

Ipomeia 
Trepadeira de flores vermelho-bordô, mantém as folhas durante todo o ano, exceto em clima frio. Florescem de setembro a fevereiro, mesma época em que surgem as gardênias. Depois de bem enraizada, é ideal para revestir grades, treliças e cercas.

 

Jasmim-estrela 
Por comportar-se como trepadeira, este jasmim pode ser cultivado aos pés de arcos e treliças. Plantado em vasos ou diretamente no jardim, precisa de pelo menos cinco horas diárias de sol. Suas flores despontam na primavera e no verão, espalhando um delicioso perfume pelo jardim. Não tolera geadas.

 

Lágrima-de-cristo 
A farta florada da lágrima-de-cristo estende-se da primavera ao final do verão. Muito ramificada, esta trepadeira permanece vistosa o ano todo, exibindo suas folhas verde-escuras marcadas por nervuras acentuadas. Como a maioria das floríferas, deve receber sol no mínimo durante a metade do dia.

 

Manacá-da-serra 
As flores desta árvore surgem no final da primavera e mantêm-se no verão. O que mais atrai nos manacás é a peculiar inflorescência mutável, que desabrocha branca, passa a rosa e logo se torna roxo-escura. Por isso, a copa abriga simultaneamente flores de ambas as cores. É comum vê-las em matas úmidas, do Rio de Janeiro a Santa Catarina. Diferentemente das do manacá-de-cheiro (Brunfelsia uniflora), as suas flores não têm perfume.

 

Margaridinha 
Em regiões quentes ou frias do Brasil, a margaridinha forma belos canteiros e caminhos de flores. Deve ser cultivada em solo rico em matéria-orgânica, com boa drenagem e constantemente umedecido. Suas flores amarelas, abundantes, surgem na primavera e permanecem vistosas durante todo o verão.

 

Ixora-coral 
Na primavera e verão, as flores deste arbusto são um prato cheio para borboletas, pássaros em geral e beija-flores (grandes apreciadores de seu néctar). Recebendo pelo menos cinco horas diárias de sol, as ixoras podem ser cultivadas em vasos ou jardins. Exigentes em relação às regas, sofrem com a falta d’água. Não suportam geadas.

 

Fontes: Wikipedia; Época on Line nº 33

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