Outubro Rosa – prevenir é o melhor remédio

Tudo começou nos Estados Unidos, em 1991, quando a Fundação Susan G. Komen for the Cure (hoje a maior organização de câncer de mama do mundo) lançou o laço cor-de-rosa e o distribuiu aos participantes da primeira Corrida pela Cura (Komen Race for the Cure), realizada em Nova York.
Em 1997, algumas entidades das cidades de Yuba e Lodi (EUA) começaram a programar ações voltadas à prevenção do câncer de mama, surgindo daí o nome Outubro Rosa e os laços em locais públicos, ou outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes da doença e até mesmo partidas de boliche.

outubro-rosa-spNão existe uma informação oficial de quando começou a iluminação na cor rosa em monumentos, prédios públicos, pontes e teatros entre outros. Mas a primeira iniciativa no Brasil foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (o Obelisco do Ibirapuera), em São Paulo, no dia 02 de outubro de 2002. Um grupo de mulheres simpatizantes com a causa e que tiveram o apoio de uma empresa européia de cosméticos foram as pioneiras na causa.

Desde 2008 o Brasil adotou a iniciativa, que é coordenada no âmbito nacional pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – Femama. Integram a Femama entidades filantrópicas de vários Estados do País. De uma delas, a Humsol, do Paraná, extraímos o filme que ilustra esta matéria. Ele dá uma ideia do importante trabalho que todas as entidades realizam em benefício da prevenção do câncer de mama.

Chamada simplesmente de “Outubro Rosa”, a campanha cresce a cada ano com a adesão da população, empresas, entidades e procura chamar a atenção para a realidade atual do câncer de mama e a importância do diagnóstico precoce. Nenhuma entidade, associação ou empresa é proprietária ou representante legal do movimento, e seu nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra a doença.

O diagnóstico precoce é o primeiro e mais importante passo para a cura. No Brasil, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 25% dos casos novos a cada ano.

Fontes: Femama (http://www.femama.org.br), Humsol (http://www.humsol.com.br), gazetadopovo.com.br;