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Tipos de
Adoçantes
.....Os adoçantes representam uma boa opção
para reduzir as calorias de um simples café até uma sobremesa caprichada.
Mas será que esses produtos, que nos permitem algumas extravagâncias,
podem ser consumidas sem culpa nenhuma?
.....A principal vantagem dessas substâncias
é serem menos calóricas , mas devem ser consumidas com moderação e
proibidas a gestantes, nutrizes e crianças, a não ser com ordem médica.
Aqui você vai encontrar alguns exemplos, dos mais tradicionais:
Frutose:
.....Provém das frutas, mel e vegetais. Adoça
uma vez e meia a mais e não provoca cáries como outros açúcares.
Esteviosídeo:
.....Adoçante natural proveniente da folha
Stevia Rebaudiana, uma planta muito consumida pelos índios brasileiros.
Isento de calorias, é 300 vezes mais doce que o açúcar.
Ciclamato de sódio:
.....Adoçante artificial, com caloria zero,
35 vezes mais doce do que o açúcar. Por ser mais estável que o aspartame e
a sacarina, pode ser levado a altas temperaturas, o que permite seu uso em
vários pratos. Em contra partida, deixa um sabor residual, amargo e seu
uso gera controvérsias por ser suspeito de causar câncer. Nada foi
comprovado até hoje, mas convém usá-lo com parcimônia.
Sacarina:
.....Assim como o ciclamato, são substâncias
totalmente químicas, que o organismo não elimina. Adoça 600 vezes mais que
o açúcar e não possui calorias. Deve ser utilizado, também, com critério.
Aspartame:
.....Produzido a partir da combinação química
de dois aminoácidos, o ácido aspártico e a fenilalanina, associados ao
metanol. Embora tenha o mesmo valor calórico do açúcar (4cal/g), adoça 200
vezes mais que o mesmo. Não deixa gosto amargo, nem provoca cáries, mas
sua composição impede que seja submetido a altas temperaturas, por perder
o poder adoçante.
Sucarose:
.....Produzido através de uma modificação da
sacarose, mantém o mesmo sabor do açúcar, mas sem calorias. Não provoca
cáries e pode ser levada à altas temperaturas.
Fonte:
www.emagrecendo.com.br
As dietas que a moda traz
De
tempos em tempos, os meios de comunicação passam a dar destaque a uma nova
maneira de perder peso. Elas geralmente surgem a partir de histórias de
artistas e modelos que garantem ter emagrecido rapidamente com o tal
regime. Na maioria dos casos, a primeira vítima é o conceito da reeducação
alimentar, que acaba sendo deixado de lado por quem decide seguir a mesma
dieta. Pelo menos até o ponteiro da balança voltar a subir. A seguir, um
resumo de algumas dessas dietas e quais os principais problemas que elas
apresentam.
Dieta do Dr. Atkins: Também chamada de Dieta da Proteína, elimina
radicalmente todos os tipos de carboidratos. Proíbe açúcares, batatas,
massas, cereais, arroz, leguminosas secas, legumes e frutas. São liberadas
as proteínas, alimentos de origem animal (carnes, ovos, bacon) e gorduras.
É uma dieta desequilibrada, que prioriza as gorduras em detrimento de
outros nutrientes.
Dieta de South Beach: É uma versão mais branda da Dieta da Proteína.
Estimula o consumo de gorduras monoinsaturadas (amendoim, azeite de oliva)
e admite o consumo moderado de carnes e queijos magros e frango sem pele.
A partir da terceira semana, permite várias frutas, leite desnatado,
carboidratos complexos e até vinho, com moderação
Dieta de Beverly Hills: Baseia-se em um rígido esquema alimentar, que
proíbe misturar proteínas e carboidratos nas refeições e que nos primeiros
dez dias só permite comer frutas. No 11º dia libera o consumo de
carboidratos e manteiga e no 19º introduz as proteínas. Essa dieta não tem
nenhuma base científica e propõe uma alimentação de baixa qualidade.
Dieta de Scarsdale: Permite o consumo de todos os macronutrientes, mas
também dá mais ênfase às proteínas. O regime deve ser feito nas seguintes
proporções: 43% de proteínas, 34,5% de carboidratos e 22,5% de lipídios.
Promove uma perda de peso rápida no início. É contra-indicada por longos
períodos.
Fonte:
www.emagrecendo.com.br |