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VOCÊ SABE FAZER NETWORKING?
José
Augusto Minarelli
Como orientador profissional de carreiras, escrever tornou-se, para mim,
uma maneira prazerosa de compartilhar com um número maior de pessoas
aquilo que ponho em prática em meu benefício e no de meus assessorados em
outplacement. Por isso, tudo o que lerá a seguir, de forma simples e até
óbvia, é o resultado direto daquilo que sou como pessoa e pratico como
profissional. O mercado de trabalho está realmente muito mais
competitivo, exigente e excludente neste início do século XXI, e quem
estava habituado a ser alvo da “caça” de headhunters agora tem de
tornar-se “caçador”. No entanto, para entrar na selva e sobreviver, é
preciso estar bem “armado”. Com as transformações das regras do jogo do
mercado de trabalho, os profissionais correm o risco de precisar procurar
um novo emprego em circunstâncias cada vez mais difíceis.
Empregabilidade: a rede de proteção Atualmente, não basta mais ser competente, é
fundamental que o profissional saiba manter suas condições de
empregabilidade. O primeiro livro que lancei, em 1995, Empregabilidade –
Como ter trabalho e remuneração sempre (editora Gente), já tratava
detalhadamente das questões relacionadas ao novo cenário do mercado de
trabalho. Lá estão explicados os seis pilares que sustentam a carreira de
um profissional: adequação vocacional, competência profissional,
idoneidade, saúde física e mental, reserva financeira e fontes
alternativas de trabalho, renda e networking (relacionamentos). Um dos pilares da empregabilidade, que reputo
muito importante, é o networking. Tenho convicção de que a rede de
relacionamentos humanos é agora a ferramenta mais eficaz para proporcionar
aos profissionais acesso a informação e a oportunidades no mercado de
trabalho. Assim, mostrarei a você como manter sua rede de proteção sempre
pronta para funcionar.
Oportunidades de trabalho Embora existam muitos riscos e obstáculos no
mercado de trabalho, existem também muitas oportunidades e possibilidades.
As principais fontes, hoje, são as organizações de menor porte (micros,
pequenas e médias), as que estão iniciando suas operações e as de gestão
familiar, que passam por processos de profissionalização. São empresas
emergentes, que atendem a nichos de mercado, recebem por meio da
terceirização parte das atividades das grandes organizações ou ocupam
espaços no mercado deixados pelos grandes por não ter escala de produção.
Muitas dessas empresas estão localizadas fora das principais capitais do
País. Por se encontrar principalmente dentro das
pequenas e médias empresas, no entanto, esses novos empregos estão
pulverizados, o que dificulta sua busca. É como se as boas chances se
multiplicassem, mas de maneira subterrânea, invisível. Existem,
entretanto, muitas ferramentas que podem ser usadas para “garimpá-las”, e
a principal delas é o networking.
Navegando na rede Como a humanidade vive em rede, navegando, nela
você pode aproximar-se de qualquer pessoa, por mais distante que ela
esteja. A aproximação do alvo ocorre por meio do amigo, do amigo do amigo,
do conhecido do amigo – indefinidamente até atingir quem você precisa
contatar. Às vezes parece difícil perceber a existência da rede universal
de relacionamentos humanos porque, a partir do segundo ou terceiro
vínculo, ela se torna virtual. Mas por intermédio da rede você pode encontrar
até quem lhe parece inacessível. Vamos supor que precise falar com o
presidente da República. Parece impossível? Pois eu asseguro que
impossível não é. Por mais poderoso, por mais distante, ninguém está
isolado. Com aproximações sucessivas pela rede, pode-se chegar a qualquer
pessoa. Se seu alvo é o atual presidente, antes de mais
nada, coloque-o no centro de uma constelação de conexões humanas e ligue
os elos seguindo este raciocínio: ele é casado, tem filhos que estudam ou
estudaram em alguma universidade. Ele próprio tem ex-colegas que – por
enquanto – desconhecemos. Mas tem também amigos, alfaiate, dentista,
ministros, assistentes, assessores. Há uma constelação enorme de pessoas
em torno dele. Alguns nomes aparecem imediatamente, outros precisam ser
pesquisados. Onde? Em primeiro lugar, na própria rede. Alguém tem ou
conhece quem tenha uma conexão humana útil para viabilizar essa
aproximação? Como todo mundo está dentro de uma única rede com
múltiplas conexões, isso possibilita a navegabilidade de elo para chegar
aonde é preciso. Dá trabalho, exige paciência, concentração e requer a
descoberta do caminho acessível. Existem sempre várias possibilidades e,
assim, às vezes a gente percorre alguns descaminhos até encontrar o
caminho adequado. Mas tudo fica mais fácil quando já se tem em mente o
objeto, o alvo.
Capital social Todos nós possuímos um conjunto de capitais: o
intelectual, o profissional, o moral, a saúde, o financeiro e o social.
Conheço uma pessoa que afirma: “Enquanto em tiver saúde e inteligência,
posso trabalhar e ter um bom desempenho para assegurar meu sustento e
minha tranqüilidade financeira”. É verdade. Essa pessoa tem confiança em sua capacidade de
fazer bom uso de vários de seus capitais, mas esquece de acrescentar a
essa frase de efeito o capital social. Se não tiver uma rede de
relacionamentos bem cultivada, será menos provável que alguém lhe ofereça
uma oportunidade de emprego ou um contato de trabalho. E de que adiantarão
os outros capitais que possui? Nossos relacionamentos são um capital muito
importante, mas costumamos ser descuidados e desorganizados com ele.
Ninguém joga fora dinheiro nem bens móveis e imóveis, mas desperdiça –
diariamente – o bem humano. Em várias situações ou emergências, a rede de
relacionamentos pode ser mais eficaz para resolver um problema do que o
capital financeiro. Com dinheiro você compra quase todos os serviços
e produtos de que precisa, mas há muita coisa que o dinheiro não compra, e
é nessas situações que o capital social é decisivo. Por exemplo: afora as
exceções da vida social e as deturpações de comportamento, o dinheiro não
compra amizade, solidariedade, simpatia, amor, generosidade, flexibilidade
e boa vontade. Quase tudo o que o dinheiro não compra pode ser
obtido com o capital social. Você recebe solidariedade de graça porque
sabe ser solidário. Faz um novo amigo porque sabe ser amigo. O poder do
capital social funciona em cadeia, acionando os elos na rede, pois
transcende a pessoa que você conhece e com quem se dá bem. Mas aqui está
uma daquelas obviedades que, às vezes, a gente esquece: o capital social
só é poderoso se você for íntegro e solidário com os outros. Quando a
gente conhece as artimanhas de uma pessoa, evita conviver e interagir com
quem não nos inspira confiança.
Networking e mercado de trabalho O networking é o meio mais eficaz de conseguir
emprego ou de obter um contrato de trabalho – especialmente nos momentos
de escassez ou quando o candidato possui um perfil profissional que fuja
ao padrão de mercado. Estatísticas do mercado norte-americano indicam
que entre 70% e 80% das novas colocações profissionais são obtidas por
intermédio do networking do candidato. Na consultoria Lens & Minarelli, o
resultado é semelhante se somarmos o networking de nossos assessorados com
o praticado por nossa equipe de consultores. Como muitos executivos
mostram-se resistentes à adoção dessa técnica, temos de ajudá-los pondo
nossa rede de relacionamentos em ação. A contribuição do networking da
consultoria resulta em 35% das recolocações. Para entender melhor em que aspectos o networking
é mais eficaz, vamos fazer uma analogia entre um pescador e um
profissional que procure emprego ou contrato de trabalho. Quando o rio tem
muito peixe, o pescador pode usar vara de pescar e atuar sozinho. Embora
esse seja um instrumento utilitário de pesca, isto é, que capta peixes um
a um, o fato de haver muitos disponíveis é decisivo para uma pescaria
rendosa. Quando o pescador percebe que os peixes estão um
pouco escassos, deve abandonar a vara de pescar e utilizar outro
instrumento que aumente suas possibilidades de ser bem-sucedido. Ele pode
contar, então, com a tarrafa, aquela espécie de rede circular com peças de
chumbo na borda e uma corda no centro. Ao lançar a tarrafa, o pescador
cobre uma área maior e, com isso, amplia a chance de pegar algum peixe.
Manejar a tarrafa já exige habilidade e força e requer a entrada na água. Mas para completar, se os peixes estiverem ainda
mais escassos, o pescador vai precisar utilizar a rede de arrasto, e isso
ele não conseguirá fazer sozinho. Será necessário pedir ajuda e somar
esforços com outros pescadores. Juntos, estenderão a rede, trabalhando
mais depressa, com mais disposição e cobrindo uma área muito maior para
pegar, às vezes, o único peixe que existe. Exatamente a mesma coisa acontece com o
networking na busca de recolocação no mercado de trabalho. Isoladamente,
uma pessoa tem determinada quantidade de contatos, mas quando a rede
humana entra em ação, as possibilidades multiplicam-se e a solução pode
chegar mais depressa. É a chamada difusão por capilaridade. Divulga-se
para mais pessoas e, em conseqüência, capta-se o que estiver disponível
mesmo em ambiente de escassez. Mas se você cultivar sua rede sem sentir o prazer
do convívio, os relacionamentos acabarão morrendo por falta de
autenticidade. Pode até caprichar, criar efeitos especiais em gestos e
atitudes, mas o toque no coração vai acabar passando e deixando somente a
percepção de um comportamento episódico, pitoresco e artificial. Se você é
sincero e só cultiva a rede de vez em quando, o encanto também se quebrará.
A arte de conviver precisa ser praticada todos os dias, e posso garantir
que esse hábito reaprendido vai mudar sua vida para muito melhor.
A técnica C.O.I.S.A. Para quem está fazendo networking em busca de um
trabalho remunerado, a técnica C.O.I.S.A. é especialmente recomendada e
consiste na solicitação do seguinte:
Conselhos Orientações Informações Sugestões Aproximações
As pessoas gostam de dar conselhos e fazem isso na base da pronta entrega.
Diante de um pedido, vasculham a memória e oferecem, na mesma hora, um
conselho que faça sentido para atender à sua necessidade. Todo mundo
sente-se bem e envaidecido quando tem a oportunidade de dar um conselho.
Portanto, peça conselhos para conduzir com mais segurança seu projeto de
procura de emprego. Você vai receber o melhor que a pessoa tiver, e de
graça. As orientações são as informações-bússola para a
solução do seu problema. Aonde devo ir? Com quem devo falar? Onde
perguntar? Por onde começo? O que rende mais? O que ler? O que aprender?
As pessoas lhe darão um norte para seguir. Informações são a matéria-prima de qualquer
projeto de busca de soluções. Por exemplo: você tem alguns nomes e precisa
descobrir outros do mesmo setor. Quem compra isso? Quem vende aquilo? Você
conhece pessoalmente Beltrano? Quem conhece Sicrano? Onde fica? Qual o
telefone? Qual o site? E sugestões são indicações de procedimentos mais
adequados. O que você sugere? Se estivesse em meu lugar, o que faria? Onde
concentro minha busca? O que destacaria como prioridade? Embora do que você mais precise sejam as
aproximações de potenciais contratantes, deixe o A da técnica C.O.I.S.A.
por último. Invista a maior parte do tempo no pedido de conselhos,
orientações, informações e sugestões, pois as aproximações virão como
conseqüência. Caso não surjam espontaneamente, então sim, solicite ao
conhecido a possibilidade de recomendar ou facilitar algum contato com as
pessoas mencionadas durante a conversa. Pedir C.O.I.S.A.s, na realidade, são diversas e
diferentes formas de dar estímulos ao interlocutor, de ajudá-lo a ajudar
você. Converse até o limite de tempo do outro e – claro – faça o assunto
girar em torno de sua necessidade. Durante a prosa, preste muita atenção
no que lhe interessa e, se faltarem dados, pergunte. Toda conversa ocorre por associação. Por isso,
tome a iniciativa e escolha o que vai dizer e o tema. Se falar de doença,
ouvirá respostas sobre doença. Se conversar sobre emprego, vai obter
informações valiosas. A conversa de networking tem sempre
intencionalidade. Até o quebra-gelo já pode contribuir. Fale sobre coisas
que conduzam às respostas que você foi buscar. Alguns fazem tanto
blábláblá, que, quando o tempo do outro se esgota, o mais importante não
foi tratado. É impressionante como uma prosa bem conduzida
pode render bons frutos. Outro ponto importante a respeito disso é saber
ouvir. Faça várias perguntas para estimular o interlocutor, mas ouça mais
do que fala. Muita gente precisando de ajuda fala tanto que não deixa o
outro ajudá-la com as informações de que dispõe. Para seu benefício, ouça
o máximo que puder. As possibilidades de contato em sua rede não
acabam nunca, pois nos contatos há mais contatos e assim por diante. É
comum em meu escritório, ao iniciar o trabalho de outplacement com um
cliente, em poucos dias ele declarar solenemente ao consultor: “Pronto!
Falei com todos os meus amigos, acabei meu networking”. Nesse ponto, a
gente percebe que ele ainda não entendeu: a rede de relacionamentos não se
esgota. Cada contato gera novos contatos, que gerarão
outros tantos – indefinidamente – até que a solução do problema seja
encontrada. Quem aprende o que é e para que serve a rede de
relacionamentos não pára de cultivá-la nunca mais. É a chance na vida de
receber e dar ajuda aos outros. Finalmente, uma atitude muito positiva é
agradecer. Sempre agradeça a um contato por qualquer ajuda prestada. No
final da conversa, pergunte se pode voltar a ligar para contar o que
aconteceu, quais foram os resultados advindos das informações recebidas.
Dessa forma, intencionalmente, você deixa a porta aberta para mais um
contato quando relatar o que conseguiu. Se o novo encontro for pessoalmente, faça um
relato mais detalhado. Caso seja por telefone, conte rapidamente o que
obteve desde o contato inicial. Depois de uma reunião, você pode até
enviar, por fax ou e-mail, três ou quatro linhas dando conta dos
desdobramentos obtidos e renovando o agradecimento. Mas nesse ponto é preciso atenção: tais
satisfações e agradecimentos têm de ser pertinentes e feitos com bom
senso. Jamais corra o risco de parecer falso, impertinente, puxa-saco,
pegajoso. Isso só vai afastar o contato de você. O agradecimento e a
gentileza devem ser espontâneos e ter a justa medida da ajuda recebida. Se você quer continuar a obter ajuda em seu
processo de recolocação profissional ou de busca de contatos, deve
agradecer por qualquer C.O.I.S.A. recebida e dar satisfação do que
acontecer.
Primeiros passos
.
Organize um banco de dados eletrônico com os cartões recebidos e mantenha
um back-up atualizado. Agendas antigas, fotos, listas de convidados,
relações de participantes, convites e cadernos de anotações: tudo isso é
útil na pesquisa “arqueológica” do capital social.
. Não tenha vergonha de pedir ajuda aos
outros sempre que precisar, mas saiba fazer isso com objetividade e
clareza. . Faça um planejamento por escrito
definindo as empresas-alvo e as pessoas-alvo de seu interesse. Liste
também as pessoas-meio (informantes, intermediários e influenciadores) que
podem ajudar você a atingir seu objetivo.
. Procure sempre agendar um encontro com a
pessoa que pode ajudar você. Há muitas vantagens em estar frente a frente
com alguém. . O jeito de apresentar sua necessidade é
que vai definir quanto de ajuda a pessoa estará disposta a lhe dar. Preste
atenção, seja hábil e gentil. . Durante um contato, você pode pedir
qualquer C.O.I.S.A. (conselhos, orientações, informações, sugestões e
aproximações), menos emprego e dinheiro.
. Aprenda a fazer perguntas e a ouvir as
respostas. Suas perguntas são estímulos para que a outra pessoa lhe dê
novas informações. . Nunca deixe de dar retorno e agradecer a
quem ajudou você, mesmo que o contato não tenha rendido bons frutos de
imediato. . Saiba usar o telefone a seu favor. Tenha
por escrito um roteiro de abordagem. . Networking não se esgota nunca: cada
contato gera novos contatos, e assim indefinidamente.
22 Dicas para o networker
1. Conheça seus pontos fortes e procure enfatizá-los durante as conversas
profissionais sem se mostrar convencido nem arrogante.´ 2. Adote o networking como uma postura de vida e
pratique-o todos os dias, mesmo quando achar que não está precisando dele. 3. Não espere que os outros tomem a iniciativa:
adote uma atitude pró-ativa e faça contatos regularmente. 4. De vez em quando, faça contato apenas para
saber como vai o outro. Saiba demonstrar interesse pelas pessoas. 5. Preste atenção no que os outros dizem e
contam. Todo mundo gosta de sentir-se importante. 6. Invista um pouco de seu tempo em “prosear” sem
nenhum interesse específico. 7. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a
ajudar você. Faça um pedido com foco e objetividade. Seja específico. 8. Nunca faça comentários negativos a respeito de
ninguém, especialmente de ex-empregadores. 9. Não tenha medo nem vergonha de pedir ajuda. As
pessoas gostam de ajudar e de sentir-se úteis. Pratique a força da frase:
“Estou com um problema e acho que você pode me ajudar a solucioná-lo.” 10. Não se aborreça quando sentir certa rejeição.
Tenha paciência e compreenda: a pessoa pode não estar em um de seus
melhores dias. 11. Seja sempre mais persistente do que acha que
deveria ser, ou seja, continue sempre a buscar seu caminho mesmo quando
for preciso mudar de rota. 12. Seja amistoso e realista, isto é, saiba pedir
ajuda com educação e gentileza e faça pedidos possíveis. Cuidado para não
ser inconveniente. 13. Esteja sempre pronto a ajudar os outros,
mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício direto ou imediato. 14. Mantenha uma atitude positiva diante dos
desafios. Afinal, você já chegou até aqui, e a hora certa de parar de
caminhar não existe. 15. Torne-se conhecido em seu círculo por ser uma
boa fonte de informações. Navegue na Internet, nos sites de seu interesse,
leia muito e ouça bastante a experiência dos outros. Quando for
solicitado, passe todas as informações disponíveis. 16. Em eventos profissionais, sente-se perto de
estranhos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo somente com aqueles
que você já conhece. 17. Quando for apresentado a alguém, preste muita
atenção nos nomes e procure usá-los de imediato para reforçar a memória. 18. Aprenda e pratique as regras da etiqueta
social e de negócios. Todo mundo gosta de se relacionar com alguém educado
e gentil. 19. Só mande e-mails ou faxes personalizados e
fique atento para não cometer erros de português. 20. Mantenha em mente seus propósitos
profissionais e pessoais. Essa é a maneira de conduzir sua carreira com
positividade e objetividade. 21. Ocasionalmente, dê um intervalo no networking,
evitando ficar muito exposto. 22. Nunca saia de casa sem levar cartões de
visitas e, se estiver em busca de recolocação profissional, tenha sempre
currículos na pasta.
Para saber mais Networking – como utilizar a rede de relacionamentos na sua vida e na sua
carreira, José Augusto Minarelli, 174 págs., Editora Gente.
José Augusto Minarelli é professor, conselheiro profissional
e diretor-presidente da Lens & Minarelli Associados S/C Ltda.,
consultoria de outplacement, em São Paulo. Este seu artigo foi publicado
no www.vencer.com.br
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