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Incontinência Urinária

 

 
Incontinência urinária - uma perda de urina incontrolável - é mais do que apenas um problema físico para a mulher! Pode também apresentar consequências emocionais, devido ao embaraço causado pela perda de urina.
Perda do controle urinário é uma condição comum, experimentada por milhões de pessoas. Pode roubar-lhes o sono, levando-as a exaustão; pode prejudicar-lhes o dia-a-dia normal, as atividades físicas e até mesmo o ato sexual.
O sucesso em seu tratamento, começa com um diagnóstico preciso.
 
Tipos
Stress
·                     Perda urinária ao esforço (tosse, riso, espirro...);
·                     A paciente vai ao banheiro para evitar acidentes (medo de perda);
·                     Exercícios são evitados, pois causam a perda;
·                     Dorme a noite toda, mas, ao levantar-se perde urina.
Transbordamento
·                     Sente urgência para urinar, mas as vezes não pode;
·                     Leva longo tempo urinando, com jato urinário sem força;
·                     Não esvazia completamente a bexiga após a micção;
·                     Acorda a noite para urinar.
Urgeincontinência
·                     Perde urina se não for imediatamente ao banheiro;
·                     Vai ao banheiro em média a cada 2 horas;
·                     Sente-se ressentida ao ingerir líquidos, pois, quando é continente, estes logo proporcionam necessidade de urinar;
·                     Levanta-se a noite para urinar. Às vezes molha a cama.
 
Quando você é Continente?
·                     Cérebro dá o sinal que a bexiga está com urina, já havendo necessidade de esvaziá-la;
·                     A medula espinhal transporta este sinal do cérebro até o músculo esfíncter externo;
·                     Que se contrai;
·                     Fechando a saída da bexiga.
·                     Aumenta o volume de urina na bexiga e aumenta a sensação de "bexiga cheia";
·                     O cérebro dá o sinal de "urgência" para micção;
·                     O esfíncter externo relaxa;
·                     E abre o colo vesical;
·                     A bexiga contrai e expulsa a urina de seu interior.
 
Quando Você é Incontinente?
 a - Stress:
Tosse, espirros e risos aumentam a pressão dentro da bexiga, abrindo o colo vesical que não é capaz de permanecer fechado; pois, o esfíncter externo não é capaz de compensar o aumento da pressão ocorrido.

b - Transbordamento:
A bexiga nunca esvazia completamente, estando constantemente cheia. A pressão torna-se tão grande que o esfíncter externo não consegue prevenir a perda urinária.

 c - Urgeincontinência:
O cérebro percebe a "urgência para urinar" com pequena quantidade urinária na bexiga. O esfíncter externo pode prevenir a perda temporariamente, mas a bexiga continua a contrair-se e a urgência à micção persiste, até que ocorre a perda.

 Avaliação
·                     História e diário miccional;
·                     Exame físico;
·                     Exames laboratoriais;
·                     Estudo urodinâmico.
 
TRATAMENTO
TIPOS
STRESS
TRANSBORDAMENTO
URGEINCONTINÊNCIA
HISTÓRIA
 
Muitas gravidezes;
Flacidez da musculatura pélvica;
Menopausa;
Cirurgia prévia.
Medicações;
Cirurgias pélvicas;
Diabetes, Constipações;
Doenças transmitidas pelo sexo.
Aparece na infância e desaparece,
reaparecendo na menopausa.
TRATAMENTO
 
Exercícios pélvicos;
Estrogênioterapia
e Cirurgia.
Medicações;
Cateterismo intermitente e
Cirurgia.
Medicações,
Antibióticos,
Estrogênioterapia e
Exercícios pélvicos.
 
INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA MULHER
A sociedade internacional de continência a define incontinência urinária como a perda de urina que ocorre sem a vontade da paciente, demonstrada objetivamente, podendo causar um problema social e de higiene.
É uma condição considerada como um sinal e um sintoma mas não uma enfermidade e que leva a uma situação de perda da auto estima, vergonha e isolamento social, devendo por isto ser investigada e tratada de maneira conveniente.
Existe uma crença de que a incontinência urinária é um processo que faz parte do envelhecimento dificultando muitas vezes o relato espontâneo por parte dos pacientes.
A perda de urina não é normal em nenhuma idade devendo sempre ser investigada e tratada corretamente.
A prevalência é maior nas mulheres devido a fatores anatômicos e varia de 12%aos 50 anos até 25% aos 80 anos. também é importante dizer que mesmo as mulheres que nunca tiveram parto normal, as jovens e as que não tem a bexiga caída podem ter incontinência urinária.
A incontinência urinária pode ser temporária devido a infecções urinárias e/ou ginecológicas, obstipação intestinal, medicamentos, mobilização, diabetes mal controladas, etc.
Já as condições persistentes podem ser por avc (derrame), doença de parkinson, hipermobilidade e/ou incompetência uretral, retenção urinária (incontinência paradoxal), diminuição do tamanho da bexiga, etc.
Classificação:
A) Incontinência urinária de esforço: é a perda de urina que ocorre quando a pessoa tosse, espirra, ri, sobe escada, corre etc. Geralmente estes casos são de causa anatômica.
B) Incontinência por urgência: as pessoas que tem este tipo de sintoma relatam que quando tem vontade de urinar não tem tempo de chegar ao banheiro. Isto também ocorre quando ouvem barulho de água. Pode ser causada por corpo estranho, carcinoma de bexiga, infecção urinária e muitas vezes a causa é desconhecida.
C) Incontinência urinária por bexiga hiperreflexa: o quadro é semelhante ao da urgência mas tem como característica a presença de doenças neurológicas (avc, parkinson).
D) incontinência paradoxal: é a perda de urina que ocorre em pessoas com retenção urinária (obstrução uretral, hipocontratilidade da bexiga).
Diagnóstico:
O primeiro passo para se chegar a um diagnóstico exato da causa da incontinência urinária é a realização de uma história e um exame físico bem feitos. Caso estes deixem dúvidas, lança-se mão de exames complementares (laboratório, ultrassom e/ou raio x e estudo urodinâmico).
 
Tratamento:
O tratamento da incontinência urinária depende da causa de base sendo que mais de 30% destas melhoram com orientações e tratamento medicamentoso. No restante o tratamento é cirúrgico, sendo que existem várias técnicas eficientes e que se ajustam às diferentes situações.
Com o exposto devemos ter em mente que a incontinência urinária, apesar de não parecer, é uma condição extremamente degradante para quem a possui não devendo jamais ser considerada uma consequência natural da idade. Nestas situações procure um urologista pois ele estará apto a diagnosticá-la e por conseguinte tratá-la adequadamente.
Dr. Anoar Samad é Chefe dos serviços de urologia dos hospitais Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas  e  Hospital Adventista de Manaus. Este seu artigo foi publicado em http://www.internext.com.br/urologia
 
 
 
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