A vida é um aprendizado constante. Temos a
oportunidade de aprender com nossas experiências de vida e também com
as vivências dos outros. Aprendemos com tudo o que vemos, ouvimos e
sentimos. Essas experiências podem ser muito agradáveis e algumas
vezes nem tanto.
Enquanto passamos por nossas experiências, chegamos
a compreender se gostamos muito ou pouco de algo, ou até mesmo se não
gostamos. Isto se refere à alimentação, roupas, atitudes, pessoas,
músicas, esportes e experiências profissionais. Temos o livre arbítrio
para escolhermos tudo isso.
Podemos decidir se nos alimentaremos com algo que
gostamos ou não, se utilizaremos camisa de cor azul ou branca, se nos
expressamos abertamente ou mais reservadamente, se ouvimos músicas
clássicas ou rock, se jogamos futebol ou vôlei e se trabalhamos com
pessoas, máquinas, animais, etc.
No ambiente de trabalho funciona da mesma maneira.
É comum ouvirmos amigos ou desconhecidos reclamando
todos os dias do local de trabalho, do chefe e principalmente da
atividade que realiza há anos.
Claro que precisamos de recursos financeiros para
sobreviver e adquirirmos os bens tangíveis desejados. No entanto,
trabalhar para sobreviver ou passar anos trabalhando com o que não
gosta não torna o indivíduo feliz e não é nada produtivo, tanto para a
empresa, quanto para ele e sua família. É como a história do sapo na
água fervente. Há estudos que demonstram que um sapo quando colocado
em um recipiente com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante
todo o tempo em que se aquece a água, mesmo que ela ferva. O sapo não
reage ao gradual aumento de temperatura e morre quando a água ferve.
Em alguns momentos há grande foco em comentários
sobre crises econômicas. A população preocupada para de consumir, as
empresas demitem funcionários e reduzem as produções e todos passam a
focar a preocupação na crise.
De tanto acreditarem e darem forças à crise, ela
passa não apenas a existir, mas a dominar. Já se o consumo se
mantiver, a produção for otimizada e houver emprego e renda para
todos, é bem provável que a crise seja muito menos avassaladora.
É como a brincadeira do cabo de guerra. O lado que
fizer mais força ganha.
Podemos escolher se trabalhamos em determinada
empresa ou não.
Nem sempre é fácil conquistar uma boa oportunidade
de emprego, mas ficar acomodado e estagnado na atividade atual com
certeza não irá melhorar a situação.
O que você gostaria de fazer? Onde? Qual é seu
sonho? Seu desejo?
O que tem feito para conseguir atingi-lo? Você tem
se especializado?
Tem frequentado cursos extracurriculares?
Tem buscado informações e participado de processos
de melhoria profissional?
Caso você se encaixe no perfil acima descrito, ou
seja, de pessoa acomodada e estagnada, já passou da hora de se
movimentar. Sua realização profissional depende de você e não de sua
empresa.
Se você faz o que não gosta é porque aceitou tal
condição.
Para se fazer o que gosta, antes de tudo, é
necessário realizar a escolha certa. Em seguida basta manter-se
atualizado e se diferenciar através de seus resultados, ações e
relacionamento.
Os degraus para o crescimento profissional surgirão
gradativamente. E paralelamente a isso, sua realização.
Basta apenas fazer a escolha certa!