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ANTICONCEPÇÃO
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Mulher de Classe quer
que você esteja sempre bem informada e ... protegida!
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Por isso trouxe este artigo do
Dr. Nevton Valdir Bringmann,
tratando de vários métodos anticoncepcionais. Leia com atenção!
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ANTICONCEPÇÃO |
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A anticoncepção é um processo que permite uma vida sexual saudável, sem
o risco de uma gravidez não desejada.
A gravidez é maravilhosa, se muito bem planejada. Quando a
hora é de evitar, procure o melhor método contraceptivo; aquele que se
adapte ao seu organismo e ritmo de vida. Cada pessoa tem suas próprias
características físicas e orgânicas, que definem uma boa ou má adaptação
aos diversos tipos de métodos contraceptivos. Isso torna essencial
consultar um Ginecologista antes de começar a usar qualquer método.
- Métodos
Anticoncepcionais
Há diversos métodos anticoncepcionais, mas eles podem ser
divididos da seguinte forma:
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Métodos Irreversíveis:
Cirúrgicos;
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Métodos Reversíveis:
Naturais, de Barreira, Químicos, Mecânicos e Hormonais.
Cada método tem seu
nível de eficácia.
Somente um profissional de saúde poderá orientá-la a respeito do método
mais adequado às suas necessidades e às de seu corpo, resguardando suas
futuras possibilidades de engravidar.
Cirúrgico
A ligadura (fechamento) das trompas ou a vasectomia que é o
fechamento dos canais deferentes (que produzem espermatozóides)
distinguem-se de todos os anteriores porque são irreversíveis, isto é,
impedem para sempre a gravidez. Destacamos, porém, que já existem certas
técnicas de cirurgia que podem reverter uma vasectomia.
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ATENÇÃO
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A pílula não evita AIDS. Ela apenas oferece segurança contra uma
gravidez indesejada. Por isso, faça seu companheiro usar camisinha,
mesmo estando fazendo uso da pílula.
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CONSULTE SEU MÉDICO SEMPRE QUE VOCÊ TIVER DÚVIDAS, OU PROBLEMAS COM A
PÍLULA. A CRITÉRIO MÉDICO, FAÇA CONSULTAS E EXAMES PERIÓDICOS.
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Métodos Reversíveis |
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Métodos Naturais |
- Tabelinha:
A mulher aprende a conhecer seu ciclo menstrual e observar o
período em que está fértil. Nesse período ou ela não mantém relação
sexual ou usa algum outro método anticoncepcional. Mulheres cuja
menstruação ocorre de 28 em 28 dias ovulam no 14o dia do
ciclo (vale lembrar que o 1o dia do ciclo é o 1o
dia da menstruação). O ciclo de 30 dias implica numa ovulação no 15o
dia. Calcula-se cinco dias antes e cinco dias depois da ovulação (o
espermatozóide pode permanecer vivo até 72 horas dentro do útero da
mulher e, por isso, é necessário uma margem de segurança) e
estabelece-se o período de abstinência.
Não é um método muito confiável, pois pode haver erro de
cálculo ou alteração da data prevista para ocorrer a ovulação, fato que
pode acontecer por vários motivos. É um método contra-indicado para as
mulheres que não têm regularidade menstrual absoluta. Mas, mesmo aquelas
que têm intervalos certos entre as menstruações devem procurar um
Ginecologista para conhecer com mais detalhes o funcionamento do seu
ciclo.
- Coito
Interrompido
Consiste em o homem retirar o pênis da vagina antes da
ejaculação, evitando assim que os espermatozóides contidos no esperma
possam alcançar o útero. É um método de alto risco e não confiável. Além
das chances de atraso na retirada do pênis pode ocorrer a saída de
esperma antes do orgasmo.
- Método da
Ovulação ou do Muco
Também conhecido como método Billings. A mulher identifica os
dias em que pode engravidar observando a umidade da vagina. Requer um
período de observação e treinamento para que o método funcione
adequadamente. É considerado um método pouco confiável, pois em alguns
casos o muco vaginal pode estar alterado por outros fatores, podendo
confundir a mulher.
- Temperatura
Basal
Trata-se de medir a temperatura do corpo para descobrir se
está no período fértil. Esse método tem duas desvantagens que o tornam
pouco prático e confiável. Primeiramente a temperatura corporal só sobe
exatamente no dia em que a mulher ovula, ou seja, ela não delimita o
período fértil (dia da ovulação mais cinco dias antes e cinco depois).
Outro problema é que a temperatura deve ser medida assim que a mulher
acordar, exigindo um controle diário da temperatura.
Camisinha
É um saquinho de borracha ultrafino, descartável, que o homem
coloca no pênis ereto, um pouco antes do coito, e que retém o esperma.
Além de ser um método seguro, a camisinha é o único capaz de proteger
mulheres e homens de doenças sexualmente transmissíveis. Existe também a
camisinha feminina, com a vantagem de não depender da vontade do homem
para ser utilizada.
- Diafragma
Trata-se de uma capinha de borracha fina com bordas flexíveis,
colocada pela própria mulher no fundo da vagina com creme ou geléia
espermaticida. Além de tampar a entrada do útero, o alto teor de acidez
do espermaticida mata o espermatozóide. O diafragma deve ser colocado
até oito horas antes de haver qualquer penetração e retirado somente
oito horas depois da última relação. Para usá-lo a mulher deve ir a um
Ginecologista, pois somente ele poderá indicar o tamanho correto para
cada usuária, dependendo da anatomia de sua vagina. O diafragma não é
descartável. Quando bem colocado e não tendo fissuras, é um método
relativamente seguro, mas como qualquer outro método, tem suas
contra-indicações.
São produtos em forma de creme,
espuma ou óvulos que a própria mulher coloca no fundo da vagina um pouco
antes da relação. Esses produtos contêm substâncias químicas capazes de
destruir os espermatozóides. São métodos de baixa eficácia quando usados
isoladamente, por isso recomenda-se utilizá-los sempre em conjunto com
camisinha ou diafragma.
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- DIU –
Dispositivo Intra-Uterino
São dispositivos em forma de “T” feitos em cobre, material que
funciona como um elemento espermaticida, inviabilizando a fecundação (não
há concepção, porque existe uma barreira impedindo a chegada do
espermatozóide ao óvulo). O dispositivo é colocado no útero pelo
Ginecologista, preferencialmente durante a menstruação, pois além do colo
do útero estar mais amolecido, o que facilita a introdução, tem-se a
certeza de que a mulher não está grávida.
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- Pílula
Combinada
A pílula é um comprimido feito com hormônios semelhantes
àqueles produzidos pelo organismo feminino, que impedem a ovulação.
Atualmente é o anticoncepcional mais utilizado pelas mulheres, e
classificado como super eficaz. A pílula é cercada por muitos mitos
desde que foi lançada no mercado, em 1960. Passou por uma série de
mudanças e, atualmente, está na quinta geração. Tem baixíssima dosagem
hormonal e as possibilidades de a mulher sofrer qualquer efeito
colateral são mínimas. Para garantir sua eficácia, é fundamental que ela
seja ingerida diariamente, sempre no mesmo horário e que seja seguida
corretamente a orientação médica. O intervalo entre um ciclo e outro
deve ser de sete dias.
Injetável
Esse método também combina os hormônios femininos, porém em
doses bem mais altas, possibilitando um efeito mais prolongado. A
administração é por via intramuscular e a aplicação é mensal ou
trimestral. É um método bastante seguro, mas que pode provocar alguns
distúrbios menstruais.
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CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA |
Definição
Os anticoncepcionais de emergência são métodos que
podem ser usados pelas mulheres, depois de uma relação sexual
desprotegida, falha potencial de um método anticoncepcional ou estupro.
- Quando usar
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- Após relação sexual desprotegida
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- Falha presumível de um método anticoncepcional
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- Estupro
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Dr. Nevton Valdir Bringmann
é
Ginecologista e Obstétra, graduado em Medicina pela Universidade
Federal de Santa Maria, RS; graduou-se em Medicina do Trauma no Curso
do Advanced Trauma Life Suports, (ATLS).
- Fonte:
www.maringasaude.com.br
contato:
nevton@brturbo.com.br
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